quinta-feira, 3 de maio de 2018

Deficientes Auditivos


Resultado de imagem para deficiente auditivo 

Imagem relacionada






Imagem relacionadaImagem relacionada

Tratamento da perda auditiva

Imagem relacionada

 Perda de audição é tratada com base na causa da deficiência auditiva. Geralmente, aqueles com perda auditiva condutiva beneficiam de terapia e podem ser prescritos de aparelhos auditivos.
No entanto, aqueles com perda auditiva neurossensorial pode ter uma condição mais permanente que não pode ser tratada. Isto é porque nestes pacientes estão danificadas os nervos e as sensíveis células ciliadas da cóclea e estas não podem ser reparadas e estes permanecem danificados para o resto da vida de uma pessoa. No entanto, existem métodos para lidar com a perda de audição que pode melhorar a qualidade de vida. (1-5)

Tratamento de perda de audição

Tratamento de perda auditiva incluem:
  • Remoção de cera ou objeto estranho que está levando a uma perda auditiva condutiva
  • Uma infecção aguda ou a longo prazo do ouvido médio também pode levar à perda de audição. Estes precisam de ser tratadas com antibióticos apropriados.
  • Perfuração de orelha tambor após infecção ou lesão pode ser corrigida com uma cirurgia chamada timpanoplastia. Um retalho de tecido é tomado e a membrana é reparada para restaurar a audição.

Aparelhos auditivos

São dispositivos que servem para aumentar o volume dos sons entrando no ouvido e ajudam a pessoa a ouvir com mais clareza. Estes incluem peças como um microfone, amplificador, alto-falante e uma bateria.
Auditivas anteriores eram grandes e muitas vezes visível. Estes dias a aids são muito pequenas e discretas e podem ser usada dentro da orelha. Ajuda funciona apenas com o microfone, pegar o som e o amplificador, aumentando seu volume.
Podem também distinguir entre a conversa e o ruído de fundo e seletivamente ajudar a ouvir a conversa.
Por trás da orelha (BTE) aparelhos auditivos estão disponíveis estes dias que ficar dentro do ouvido e tem uma poção que vai atrás da orelha. Estes podem ter dois microfones que ajudam o paciente a ouvir sons na vizinhança geral ou se concentrar em uma conversa ou o som de uma determinada direção.
Outros tipos são auditivas em do ouvido (ITE) e completamente no canal (CIC) aparelhos auditivos.
Aparelhos auditivos também podem ser auditivas de corpo (BW) com uma pequena caixa contendo o microfone cortado para a roupa ou colocado dentro do bolso.
Estes podem ser usados com os melhores benefícios em leve a perda auditiva moderada e são inúteis, surdez neurossensorial e profunda.
Alguns aparelhos auditivos são úteis em defeitos de condução óssea. Estas vibram em resposta aos sons vai para o microfone. Outra variedade é o auditivo ancorado de osso chamado osso ancorado auditivas (BAHA).
Outra variedade é o aparelho auditivo CROS que é útil para as pessoas que têm apenas a audição em um ouvido. O auxílio capta sons para o ouvido ruim e transmite para o ouvido bom.
BiCROS aparelhos auditivos pode ser usados de forma semelhante em pessoas que não têm qualquer audição em um ouvido e tem audiência na outra orelha limitada. Algumas pessoas também podem usar aparelhos auditivos descartáveis.

Outros tratamentos para perda de audição

  • Alguns pacientes podem precisar de implantes do ouvido médio também. Estes são inseridos dentro do ouvido com a ajuda de um pequeno procedimento cirúrgico. Estes ajudam os ossículos para conduzir os sons dentro do ouvido.
  • Implantes cocleares-estes são os implantes do ouvido interno que podem ser colocados dentro do ouvido com uma cirurgia. Estes podem ser usados em pacientes com perda auditiva neurossensorial em ambos os ouvidos.
  • Pacientes com moderada a perda auditiva profunda precisam aprender uma linguagem de sinais ou a leitura labial. Estes incluem a língua de sinais britânica (BSL) ou assinado Inglês e Paget Gorman assinado fala.

Métodos para lidar com a perda de audição

Pacientes com perda auditiva podem adoptar dicas simples para lidar. Estes incluem:
  • Os pacientes precisam possuir até sobre sua deficiência auditiva, para que os oradores falam mais alto e mais claro e não recorrer a sussurros e formulários curtos
  • Olhando para os lábios do orador quando eles falam que ajuda
  • Conversas podem ser realizadas em lugares mais silenciosos para fácil compreensão
  • Apoio da família e amigo para os pacientes com perda auditiva é vital para lidar com a perda de audição

Prevenção de perda auditiva

Prevenção de perda de audição envolve a redução dos riscos. Estes incluem:
  • Infecções de ouvido precisam ser tratado na infância para que eles não levam à perda de audição a longo prazo
  • Deve ser evitada a acumulação de cera de ouvido
  • Nada deve ser inserido dentro do canal auditivo. Isso inclui brinquedos, cotonetes, algodão e tecido.
  • Barulhos de sistemas de música, ambiente de trabalho pode danificar a audição. Estes devem ser evitados ou equipamentos de proteção de ouvido especiais serão aprovados.
  • Desde que certas infecções virais podem levar a perda de audição todas as crianças precisam de vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola e infecções

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Primeira oradora com deficiência auditiva do UniCEUB


Surdos ouvindo pela primeira vez! Emocionante!


Deficiência Auditiva

A história da top model Brenda Costa e a superação de sua deficiência auditiva

A carioca Brenda Costa, 33 anos, nasceu surda, porém, nunca gostou de se comunicar pela linguagem dos sinais. Aprendeu a falar (coisa rara para quem não ouve), virou expert em leitura labial (em várias línguas!) e ganhou o mundo como modelo - até fotografou com Mario Testino. Mas também sofreu preconceito e foi humilhada por sua condição física. 

Há nove anos conheceu seu príncipe, Karim Al-Fayed, surdo como ela e herdeiro de uma das maiores fortunas do planeta. Eles têm uma filhinha perfeita. Sim, é exatamente o que parece: um conto de fadas com final feliz! Aqui, ela conta um pouquinho desta fábula moderna.
Sou carioca, filha única e surda de nascença - fato que nunca, gosto sempre de frisar, me impediu de realizar tudo o que quis na vida: desde me comunicar no dia a dia até trabalhar, pagar minhas contas, morar fora (em Nova York, Paris e Londres, onde resido hoje), namorar, casar e criar uma filha linda. Sou uma das poucas surdas que conheço que fala. É que o fato de não ouvir dificulta muito o processo de falar. Consigo me fazer entender, ainda que não articule os sons com perfeição, e isso foi fundamental para que eu realizasse tudo o que realizei. O fato de nunca ter estudado em escola especial ajudou bastante. Desde novinha tive de me esforçar muito para entender os amigos na escola, os professores... A vida toda conciliei rotina escolar com sessões de terapia e fonoaudiologia. Também estudei leitura labial e hoje, além do português, entendo francês, italiano e inglês.


Príncipe

Tive muitos golpes de sorte na vida... Um dos maiores, melhores e que mais rendeu frutos foi conhecer num trabalho o amor da minha vida, com quem esotu há nove anos: o Karim (Al-Fayed, egípcio, filho do bilionário Mohamed Al-Fayed e irmão de Dodi, namorado da princesa Diana que morreu com ela no acidente de 1997). Antes dele tive namorados, claro, mas nunca com uma conexão assim! O Karim é fotógrafo e me conheceu numa campanha. Ele ficou louco atrás do meu telefone e, como a agência fez jogo duro, me escalou pra outra campanha, da Harrods, para poder me encontrar. O resto você pode imaginar... me apaixonei - e a recíproca foi verdadeira! Ah, faltou mencionar que o Karim também é deficiente auditivo. Ao contrário de mim, ele não nasceu assim - sua surdez é resultado da meningite que teve quando criança. Claro que essa coincidência terminou nos unindo. Nós dois conhecemos bem a linguagem dos sinais, mas não gostamos de usar. Sabemos e preferimos ler lábios em diferentes idiomas e temos a habilidade de falar - coisa que ele aprendeu também depois de muitas sessões de fono.
O Karim é um homem importante e sinto o maior orgulho disso, embora para mim ele seja "só" pai da nossa Antônia, hoje com 5 anos, e meu marido - um homem encantador, superprotetor, carinhoso e gentil. Se eu puder citar uma parte chata dessa história toda é que, às vezes, preciso bloquear minha agenda como modelo para poder aomcpanhá-lo nos compromissos (Karim atua como fotógrafo, é diretor de fotografia de cinema e, bem, herdeiro de uma das maiores fortunas do planeta). É assim quando se é mulher de alguém tão ocupado, fazer o quê? Isso me machuca um pouco, porque eu amo ser modelo, adoro trabalhar... Mas não se pode ter tudo, né?

Minha mãe, minha filha, minha voz

Para falar a verdade, sinto que tenho quase tudo. Antônia veio coroar lindamente minha história de superação. Nunca temi que ela tivesse deficiência auditiva. Graças a Deus, minha filha escuta bem e nos entende perfeitamente. Como explicar isso? Parace que desde bebê ela sabe que não escutamos... Quando queria chamar nossa atenção, intuitivamente nos tocava, em vez de emitir sons, como fazem as crianças. Hoje, nos avisa quando a campainha ou o telefone da casa estão tocando. Antônia não conhece a língua dos sinais, mas fala inglês e português e gesticula muito bem. Nossa comunicação - minha, dela e do Karim - se dá por uma linguagem corporal única, que fomos criando naturalmente.
Tento fazer tudo o que posso pela minha filha: dou banho, levo e busco na escola, brinco, faço o dever de casa... Quero ser para ela o que minha mãe foi pra mim. Minha mãe sempre foi minha voz, um pedaço meu. Quando viajo a trabalho, fico doida querendo entrar no Skype pra ver a Antônia, para mostrar o que estou fazendo. Amo quando ela fica imitando minhas poses de modelo!

E o dinheiro?

Hoje, aos 31 anos, não sinto mais dificuldades ou preconceito por ser surda. Superei minhas inseguranças e me acostumei a viver dentro das minhas limitações. Vez ou outra me dizem que é fácil sentir essa aceitação toda porque tenho dinheiro. Bem, de fato o dinheiro é uma ferramenta para deixar a vida mais confortável e me ajudou muito a melhorar a minha comunicação. Afinal, fiz todos os tratamentos possíveis para poder falar e, em 2066, coloquei um implante coclear, uma cirurgia caríssima que proporciona uma leve sensação auditiva - como esquecer o som do vento, a primeira coisa que ouvi? Ou a primeira vez que minha mãe disse o meu nome?
Mas com ou sem dinheiro, uma coisa eu aprendi nesta vida: a gente precisa passar por cima das barreiras e lutar pelo que quer. Pode parecer bobo e óbvio, porém minha história prova que é possível. Mais: que vale a pena. Quero um dia trabalhar em uma ONG brasileira e fazer campanhas para mostrar que os deficientes auditivos podem vencer, ter sucesso em suas profissões, se superarem também no âmbito pessoal. Quero ver alguém dizer não.


Dicas para trabalhar com aluno surdo em sala de aula


  ü  Para contar histórias (oralizadas) aos alunos, se você tem na sala alunos surdos ou com deficiência auditiva, utilize recursos visuais e, ao longo da narrativa, observe se as crianças – mediante, por exemplo, expressões de admiração, medo, riso, etc. – demonstram compreender o que está ocorrendo. Utilize objetos: bonecos, bichos, carrinhos, casinhas, etc. Ao terminar, peça aos alunos que desenhem a história e então procure perceber no desenho da criança surda os detalhes das cores, dos tamanhos e, sobretudo, dos sentimentos que se evidenciam no texto: medo, maldade, alívio, etc.

ü  Para a alfabetização, principalmente se você tem alunos surdos/DAs, não é muito indicado que utilize o método sintético – silabação. A escrita deve estar sempre associada ao seu significado, ou seja, a palavras, frases ou textos. Faça uma atividade de escrita dos nomes dos objetos da sala e, em seguida, afixe-os nos lugares correspondentes a eles: porta, janela, lousa, etc. Faça listas de outros objetos da escola, da casa, da cidade, do parque, da igreja, etc.

ü  Faça um painel com as letras do alfabeto e, na vertical, na direção da letra, peça aos alunos que colem figuras e escrevam o nome correspondente.

ü  Recorte figuras de revistas, cole-as em cartolina, faça legendas que as descrevam e pendure-as na parede da sala. Alguns dias depois, retire as legendas e peça que, com basenas figuras, os alunos reescrevam as legendas.

ü  Para escrever os nomes das cores, utilize o lápis da cor escrita. Por exemplo, escreva vermelho com lápis vermelho, etc. Peça que os alunos façam a bandeira do Brasil, de cada um dos Estados, etc.

ü  Caso haja surdos/DAs em sua turma, para auxiliar a memorização da escrita, faça crachás com os nomes de todos, incluindo o seu, para serem usados durante a aula.

Dicas de Atividades

As atividades sugeridas podem ser ampliadas a partir do trabalho com sequências didáticas, a fim de promover para a criança surda uma ed...